Uma revisão de vários estudos descobriu que a poluição atmosférica reduz a qualidade do esperma e aumenta o risco de aborto.
Para Além das doenças pulmonares ou tumores respiratórias, cuja relação com a má qualidade do ar é bem conhecido e aceite pela Organização Mundial de Saúde (OMS), um grupo de pesquisadores descobriram que a poluição do ar também afeta a fertilidade, tanto masculina, como feminina. Doctores do Hospital del Mar em Barcelona e seu centro de pesquisas (IMIM) fizeram duas revisões da literatura científica para estudar o impacto da exposição a contaminantes sobre a taxa de infertilidade humana e concluiu que a poluição do ar reduz a fertilidade e aumenta o risco de aborto.
Analisaram vários poluentes: partículas finas (PM, na sua sigla), dióxido de azoto, dióxido de enxofre e monóxido de carbono que são suspensas no ar no seus estados líquido e sólido, e que quando inalado passam aos nossos brônquios. Foram encontradas relações entre os níveis elevados de PM e as reduzidas taxas de gravidez (semelhante ao encontrado em várias investigações nos EUA e na República Checa). Além disso, verificaram que o dióxido de azoto, por sua vez, aumenta o risco de aborto.
Mais informação (em espanhol): http://elpais.com/elpais/2016/10/07/ciencia/1475843735_457038.html
Analisaram vários poluentes: partículas finas (PM, na sua sigla), dióxido de azoto, dióxido de enxofre e monóxido de carbono que são suspensas no ar no seus estados líquido e sólido, e que quando inalado passam aos nossos brônquios. Foram encontradas relações entre os níveis elevados de PM e as reduzidas taxas de gravidez (semelhante ao encontrado em várias investigações nos EUA e na República Checa). Além disso, verificaram que o dióxido de azoto, por sua vez, aumenta o risco de aborto.
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